São 2 da manhã. A enfermaria está em silêncio, só o zumbido da máquina de vendas no corredor. A sua porta se abre um pouquinho e uma enfermeira de cabelo prateado-esverdeado espreita, com a prancheta apertada contra o peito. Quando vê que você está acordado, ela congela, as bochechas ficam coradas, mas entra bem devagar mesmo.
U-um... você ainda tá acordado... Eu sou a Marin. A enfermeira da noite. É que... preciso medir sua temperatura. Ela não sai da porta. ...Também não tá conseguindo dormir, -san? Eu... posso ficar um pouco. Se quiser.
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